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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Escrever para desopilar

Ando tão com medo de me expor que quero escrever. Aqui é meu território, ninguém precisa ler, aliás, ninguém vai porque ninguém lembra dele! Ainda bem...

Hoje foi um dia ruim pra mim. Terrível. Cólica e preguiça sem fim. Com dor é um saco mesmo, tudo perde a graça. a energia para trabalhar não veio com a carga necessária, mas já está no fim o segundo dia da TPM, lua de sangue em leão esse ano! ai ai.

Muitos planos para 2019. Tudo o que eu tinha mentalizado está mudando na minha cabeça e está tudo bem, porque estou feliz. É tão engraçado, ou eu sou engraçada... sou 8 ou 80, amo ou odeio, sou fervendo ou gelada, nada morna. Se quero, quero, pronto. E quando decido mudar, ninguém me segura.

E lá vou eu mudando de planos para ser feliz a meu modo! Viva a liberdade de escolha, viva o poder de mudar!!!!

Fui!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Sobre as pessoas em nossas vidas...

Outro dia um fato me aconteceu. 
Encontrei um amigo que mora em outro país, tinha visitado o Brasil, não nos encontramos, mas nos despedimos. Conversamos por whatsapp dias antes deste "encontro" e ele havia dito que tinha voltado, ou não disse que estaria novamente no país. Eu fiquei tão chocada, tão sem ação com o encontro que não troquei uma frase conexa. Só o que me vinha na cabeça era o motivo dessa atitude. Bom, os motivos são dele e nunca saberei. 

Comecei a pensar na importância das pessoas, no poder que damos a elas... Sempre fui muito ligada aos familiares e aos poucos amigos que tenho. Tinha pânico de perder os aniversários, de não ser convidada para uma saidinha, morria de ciúmes. Morei fora 12 anos. Por 12 anos fazia questão de encontrar com o máximo de pessoas possível. Eu era muito feliz, pensando que tinha todos os meus queridos comigo. Há 2 anos voltei para minha cidade. Há dois anos não encontrei nenhuma vez com muitas dessas pessoas. Com algumas, encontrei poucas vezes e com a sensação de obrigação (mais da parte delas) fiquei sentida, claro! Pensei que também não me esforcei. Até que um dia eu ouvi ou li alguém falar que as pessoas entram e saem de nossas vidas e devemos lembrar dos momentos que vivemos com elas. Sermos gratos por tudo que vivemos e não tentar apagar isso pq algo acabou. As pessoas entram e saem de nossas vidas por algum motivo. 

Fui muito feliz nos anos de amizade com esta pessoa. Passou. Agora tenho que entender que não farei mais parte da vida de um tanto de gente e que está tudo bem, porque o que foi vivido, já valeu. Doi a falta do motivo do afastamento, mas o dia que eu puder saber, certamente entenderei. A maturidade nos permite isso. Não desejo mal, desejo tudo de melhor pq, nos anos que convivemos, fomos felizes. E fim. Tudo na vida tem um fim, não é mesmo?

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

E anos depois...

Eis que resolvi escrever de novo...
Quase perdi o blog. Tem 2 que não consigo acertar a senha... mas hei de achar, assim como achei este daqui! Me aguardem!
Beijos,
Fabi

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Pensando...

Há tempos venho pensando, pensando... às vezes posto coisas no Facebook e sou interpretada de forma errônea, equivocada ou sem bem compreendida. Claro, depende de quem lê. Estou numa fase de falar, de querer gritar pro mundo o que penso e o que julgo ser certo. Falo isso criticamente, pois a noção de certo e errado, de justo e injusto, vai de acordo com os princípios e crenças de cada um, certo? Não sei não. 

Tá tudo muito mudado hoje em dia. Princípios e valores de antes não existem mais e isso me assusta. Assusta pelo fato de ter 3 filhos e muito a ensinar. Aprendo com eles cada dia mais e sempre me surpreendo mas, mais do que aprender, devo ensinar, dar bons exemplos. Mas confesso que tem horas que me esqueço de que são apenas crianças e quero atitudes adultas por parte deles. Talvez porque eles me cobrem coisas que não é para criança cobrar ou questionar. Mas tudo tá mudado hoje em dia, tudo. É difícil pra caramba equalizar isso no dia a dia.

Comecei o texto falando totalmente o contrário do que queria escrever. Foi saindo e vou deixar. Há tempos não escrevo por aqui, bota tempo nisso. Nem sei se tem gente ainda me lendo ou na esperança de que um dia eu poste alguma coisa. Já me esqueceram, mas o blog é meu desabafo e estou querendo voltar a desabafar por aqui. No Facebook tem um monte de pitaco chato pra caramba, gente que se acha no direito de intervir, de "causar" e de se ofender com o que a gente escreve. Aqui, se não quiser não me leia, esqueça o endereço do blog e tchau! Lá é contabilidade, às vezes nem olhamos nada da pessoa, mas precisa estar lá porque é um conhecido, não quero perder de vista, ou reencontrei há pouco tempo. Blá, Blá, Blá. 

Enfim, quero falar também é sobre outra coisa. Estou estudando pra um Concurso Público! Decidi e estou realmente me dedicando. Agora é 1:50 e dei um tempinho porque o raciocínio já estava lento. Já que estou lendo compulsivamente, acho que a facilidade e a agilidade da leitura me auxiliarão. E devo confessar, estou APAIXONADA pelas matérias, por estudar. Logo eu, sempre avessa aos estudos, dando trabalho e com recuperações consecutivas, estou gostando de estudar. Quem diria. E queria era escrever isso, nada mais. Boa sorte pra mim.

Ha ha ha ha
Relendo um escrito de 2 anos atrás. Não tenho mais Facebook! Me livrei desse vício maldito mas, junto com ele, parei de usar a internet, raramento leio blogs e escrever então, nem se fala! Sobre o concurso, não deu. Estudar em cima da hora não rola. E com final de curso superior então, não combinou.  Depois desse, fiz outro concurso, na minha área (Pedagogia), passei, me formei, fui   convocada e lá se foi um ano de trabalho em uma escola pública. Mudei radicalmente te ares, fato! E, mais uma vez, publico de uma vez uma lavada de postagens antigas!

Como o tempo passa...

Nossa! 2011 foi a última vez que escrevi alguma coisa aqui. Meu blogguinho ficou esquecido, como muitas outras coisas em minha vida. Deixei de prestar atenção a tantos detalhes em detrimento de outras coisas que, com o tempo, mostraram-se desinteressantes ou, até mesmo, inúteis.
Ontem, não me lembrava de como era o endereço de meu blogg (vergonha!) e fui colocar no google como me lembrava. Comecei a ler o texto e pensei: claro que não fui eu que escrevi isso, está com muito nexo pra eu ter pensado (kkkkkk) mas era eu mesma quem tinha escrito. Não é um grande texto, mas pensei em mil outras pessoas que poderiam tê-lo escrito além de mim. Não estou me dando crédito, eu bem sei, como sei também que há quem goste do que escrevo e quem ache que sou prolixa (fato!).

E agora, depois de 2 anos de texto escrito (uau!) vou publicar o desabafo acima. O Blogg é meu, o mundo é meu e tenho o direito de falar o que quero.

Procrastinação

De acordo com a Wikipédia (porque meu Houaiss deu uma explicação muitíssimo resumida!),

" Procrastinação é o diferimento ou adiamento de uma ação. Para a pessoa que está a procrastinar, isso resulta em stress, sensação de culpa, perda de productividade e vergonha em relação aos outros, por não cumprir com a suas responsabilidades e compromissos. Embora a procrastinação seja considerada normal, torna-se um problema quando impede o funcionamento normal das acções. A procrastinação crônica pode ser um sinal de problemas psicológicos ou fisiológicos.
A palavra em si vem do latim procrastinatus: pro- (à frente) e crastinus (de amanhã). A primeira aparição conhecida do termo foi no livro Chronicle (The union of the two noble and illustre famelies of Lancestre and Yorke) de Edward Hall, publicado primeiramente antes de 1548.
Logo, um procrastinador é um indivíduo que evita tarefas ou uma tarefa em particular.
Segundo o filósofo Thiago Klinger, a procrastinação do indivíduo é resultado do planejamento exacerbado e/ou supérfluo em intersecção a falta de uma perspectiva vigente. Tais perspectivas, derivam da angústia dos resultados ou de simplesmente a falta de "motivação" do indivíduo em relação ao objeto.

Um dia em minha vida, não sei quando, ouvi de minha mãe que eu era procrastinadora! Achei que ela estava me xingando e chorei horrores. Não lembro as circunstâncias, talvez nem ela, mas essa palavra passou a fazer parte do meu vocabulário.  Anos mais tarde eu a usava e seu significado com certa frequência, uma coisa que nunca me incomodou. Nunca me atentei ao significado profundo da palavra. Eis que um dia, minha sogra me chamou a atenção ao usar esta palavra para me definir. E fiquei pensando.

No meu caso, procrastinar é pura preguiça, falta de foco, falta de vontade, falta de vergonha! Não tenho vergonha dos outros, nem de mim. Simplesmente opto por fazer aquilo que me é mais aprazível. Ponto final.

Este texto começou a ser escrito em 23/05/2014 (Oh God!) e agora, relendo, talvez mais madura do que na época, percebo que a palavra não me cabe pois não tenho vergonha, não me culpo (exceto quando não lembro onde guardei os papéis necessários no exato momento em que preciso deles!) no mais, convivo com isso sem stress. Porque, também, quando quero, faço. Na hora. Por tanto, concluo que sou preguiçosa mesmo e prefiro ler um livro, mesmo que não seja o da moda, mas aquele que me agrade, do que arquivar papelada chata e sem graça, lavar a roupa de cama nova que comprei pra tirar a goma, sendo que tem outras tantas limpas pra usar.

É isso, preguiçosa que gosta de usar palavra chique. Acho chique o tal do procrastinar! Rs.
Doida também? Who knows!!!!!

Confissões de adolescente, SQN!

Cá estou eu, assistindo pela segunda vez, ao longa  Confissões de Adolescente! Caraca! O do meu tempo era bem melhor! Na boa! rs Mas estou me divertindo.
Não sei se daria conta de ser adolescente nos dias de hoje. Se no meu tempo eu já sofri horrores, imagino nos dias de hoje! Se as dúvidas já me consumiam, imagina hoje em dia! Deus, ainda bem que sou de outra época. Mas esta frase foi marcante e especial, resume tudo:

" Os impulsos são como bolhas de sabão, se você não segue quando eles passam, eles estouram na sua frente... Cuidado para não perder as bolhas...."

PS: Escrevi este texto há tempos. Estava no rascunho... esqueci de olhar a data antes de ler de novo. E pronto, vou publicar. Rs. Qualquer coisa, apago mais tarde... ou não.